RockHard Brothers\o/

Ps: Não somos os Jonas Brothers, e nem parentes, mas Garanto que sou mais bonito.

domingo, 27 de abril de 2008

Jennypher

Jennypher era uma garota incrível, todos os fãs de star wars provavelmente andam a procura de uma garota igual ela. Apesar de ser menina, sua maior paixão eram filmes e jogos, e o mais incrível, chegando a ser quase surreal: ela era uma apreciadora de cultura inútil. O dia de Jenny era ficar em frente ao computador, e era ai onde as maiores emoções da sua vida se deram: ver o final de super mario, assistir ao Episódio 3 de Star Wars e ver o ultimo episódio de Dragon ball, e mesmo um pouco decepcionada, chegou a chorar.

O grande atrativo de Jenny, é que além de viver num meio em que as garotas não freqüentam, e ela não só freqüentava, como também tornara isso sua vida, é que ela era linda: Ruiva, com longos cabelos lisos até a cintura, olhos verdes estonteantes, baixa com aproximadamente 1,65 de altura, e bem avantajada em todos os sentidos. Como eu volto a ressaltar, ela era uma jóia rara, acredito eu que Deus tenha feito uma exceção quando a criou.

Mesmo sendo muito assediada pela grande maioria dos caras, não topava ficar com nenhum, talvez por que a grande maioria desses caras eram gordinhos nerd’s. ela se sentia melhor sozinha, do que com algum tapado qualquer.

Durante mais um de seus dias solitários em frente ao computar, ela estava pra descobrir o que mais tarde se tornaria seu vicio e sua grande paixão: Tíbia.
Aqueles ultrapassados gráficos ruins, um monte de nerd perambulando e se matando por algum motivo desconhecido geraram a Jenny uma vontade imensa de entrar naquilo e começar a jogar. O fascínio tomou conta, e imediatamente ela decidiu que aquele seria seu novo Hobby.

Passou a tarde inteira jogando, matando monstrinhos, e sendo cantada por alguns jogadores que arriscavam a sorte. E Mais difícil do que subir de nível era dar um chega pra lá nos poderosos nerd’s, em seu próprio mundo. Mas apesar de todas as dificuldades ela amou.
Aquele jogo lhe concebeu uma experiência única na vida.

De um lado ela se isolou do mundo, mas por outro lado ela ganhou outro mundo: Por ser a única garota a jogar tíbia, acabou namorando o cara mais poderoso do Jogo.

Ela achava um bom negocio, fingia que gostava do cara e ele arrumava tudo que ela pedia, simplesmente se tornou uma rainha naquela vida.

Dark Lord, como era conhecido, ou Genoval, como era seu nome, passava 12 das suas horas jogando, pra poder manter seu titulo. As outras doze horas ele ficava assistindo a filmes pornôs e vendo sites do mesmo tema, pra manter seu outro titulo. Não era um cara inteligente, mas provava que era capaz de superar isso com seu esforço. Anos depois viria a se tornar campeão regional de braço de ferro.

Genoval e Jenny levavam uma vida de casal separado feliz. Mas o Destino sempre conspira com o casal nessas novelas e nos meus contos, e como era de se prever, uma catástrofe aconteceu; o Computador de Jenny não agüentou ao excesso de horas de jogo e pifou.
Depois de um mês sem ver a amada Genoval decidiu que iria mudar sua rotina; agora suas 24 horas seriam com seus filmes pornôs pra compensar a falta da amada. Gostou tanto da nova rotina que passou a dedicar-se somente a ela e aos campeonatos de braço de ferro. É óbvio que os competidores não sabiam como Genoval tinha ficado tão forte, e por isso aceitavam segurar na mão dele, Os poucos que descobriam a verdade sobre Genoval e sua descomunal força perdiam por W.O, afinal não eram loucos de segurar na mão do sujeito.

Jenny sem seu computador entrou em crise de abstinência, quase chegou a loucura, passava suas horas pensando naquilo, quando ela olhava pras coisas, não via mais nada normalmente, apenas alguns borrões como no jogo.


Quando Jenny descobriu o destino do amado, perdeu os motivos pra jogar Tíbia, afinal não tinha mais um tapado no pé dela pra dar o que ela queria, e com isso perdeu a motivação pra Jogar. Nunca mais viu Genoval, apenas ficou sabendo anos depois que ele iria para o exterior disputar um campeonato.

Estando a mercê do tédio, viu algo que lhe chamou a atenção: Um vídeo game; mas não era qualquer vídeo game, era um Playstation, mas em si não é era o videogame que chamava a atenção dela, mas o controle. O controle do Playstation vibrava durante o jogo, e pra um garoto isso pode não parecer nada, mas pra Linda Jenny, aquilo era uma ótima saída: mesmo sendo linda, os nerd’s eram os únicos que tentavam manter contato, e seu casamento virtual tinha acabado, então ali estava a solução. Um vibrador disfarçado de controle!!

Aquilo era genial, ela não sabia quem inventou, mas agradeceu a Deus por existir um sujeito inteligente e com as mesmas necessidades sexuais que ela. Ela achava aquilo muito melhor do qualquer homem, o controle podia ficar ligado durante horas, não fazia sujeira, não queria uma relação oficial e o melhor de tudo: não falava.

E assim Jenny Havia provado pra si mesma que não precisava de um nerd pra fazê-la feliz, e havia provador aos nerd’s que eles nunca seriam felizes.

.Luke.

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1 Comentários:

Às 24 de maio de 2008 às 18:14 , Blogger oo blog disse...

Beem goostei da históriaa bem legaal e criativa. Coontinue assim :D

 

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