RockHard Brothers\o/

Ps: Não somos os Jonas Brothers, e nem parentes, mas Garanto que sou mais bonito.

domingo, 27 de abril de 2008

Aportuguesando nomes

Já fazem bons anos desde que estudo história, e apesar de maior parte ser um pouco sem graça, eu vi algo que achei engraçado. No decorrer do tempo, percebi que o povo Brasileiro adoro “Aportuguesar” nomes e Termos. É isso mesmo, não são poucos os casos de nomes que vieram pra cá e logo mudaram totalmente, afinal sempre me perguntei o que Maomé tinha haver com Mohamed. E Olha que os caras acreditam que nunca houveram alterações no Alcorão, imagina se eles ficam sabendo que a única coisa alterada foi o Nome do Profeta principal?
No mínimo o próximo atentado terrorista seria ao Brasil.

Mas é claro que não se resume apenas a isso. Vejo dezenas de nomes americanos sendo “nordestinizados”:

Jonh vira Jaum
Joseph, vira Zé
Mary passa a ser Maria


Um grande autor nessas mudanças é o Senhor Silvio Santos, afinal quem nunca assistiu “Um Estranho no Paraíso” depois de ver “Sobrenatural” e “Lances da vida”. Fica claro que sempre prefiro o termo original a mudanças, principalmente quando são ruins. Isso torna o seriado ‘Heroes”, uma produção realmente bem analisada, acho que eles devem ter assistido a tv brasileira antes de divulgar o seriado por aqui pra escolher um nome que não pudesse ser “Brasileirificado”. Não digo isso por ser reclamão, mas é que imagine o desespero que senti quando soube que iria passar Smallville no SBT; sair na rua e ouvir um pessoal conversar

-“Então cara, você assistiu ao Ultimo episódio de ‘Pequenópolis: as aventuras do super garoto’?

Felizmente não tive tamanho desgosto!

Mas voltando aos nomes, um dos que mais me intriga é o de um Rei da dinastia Carolíngia.
Sim, eu falo de Pepan, ou como ficou conhecido aqui, “Pepino, o breve”.
Aonde que um ria iria ser chamado de Pepino? Ainda mais “O Breve”, eu em tal situação mataria o maldito tradutor que fez isso, mesmo estando morto.

Acho que ele até hoje deve assombrar quem fez isso, fica extremamente mau pra um rei ter esse titulo, afinal tantos outros tiveram títulos melhores, e por que não ele? Alexandre “O Grande” é o maior exemplo de que estavam tirando o cara. Se referiam ao do Alexandre como o grande, e falavam que ele era breve? Todo mundo sabe que nenhuma mulher quer um cara breve, e pior ainda, elas nem respeitam o Sujeito.

Levante Você também sua bandeira contra a Aportuguesação de nomes e termos.

.Luke.

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Um Faroeste Diferente Parte 1

Joaquim era um jovem imigrante. Vindo do Nordeste do País, ele já havia visto muitos lados da vida e sofrido bastante com a fome e a seca. Quando era pequeno vivia em conflito com seus irmãos pra ver quem ficava com o feijão e quem com a farinha, mas por ser o menor de todos acaba sempre ficando com a fome.

A Situação era difícil, mas ele não desistia, seu sonho era vir para São Paulo, trabalhar e poder almoçar todos os dias farinha e feijão. Um dia andando pela feira atrás de emprego, aproximou-se de uma barraca onde vendiam cd’s, e ficou maravilhado com a musica que tocava: Faroeste Caboclo. Ele ficou ali, sentado, durante 8 minutos ouvindo a Epopéia de João, e entre maravilhado e fascinado, concluiu que era aquela a vida que ele queria. Então decidiu ir comer as menininhas da cidade pra começar, mas por ser magrelo, e pouco dotado de beleza acabou falhando logo de cara.

Mas não eram alguns tapas que iriam desanimar nosso pequeno herói, afinal seus irmãos batiam bem mais forte pra roubar a comida do coitado. Seu próximo passo foi ir até a igreja e tentar descolar uns trocados. Ali ele conseguiu com sucesso, esperava a hora em que todos fechavam os olhos pra rezar e pegava o dinheiro necessário pra começar sua própria epopéia. Ao completar 15 anos, pegou todo dinheiro que havia conseguido com os dízimos e ofertas e comprou sua passagem para o Destino que desejava, e com uma trouxa de roupas amarradas em um graveto começou sua viagem pra São Paulo.

No Meio do caminho, em uma das paradas do ônibus, ele desceu pra ir ao banheiro, e quando foi tirar água do joelho, deixou sua malinha em frente a porta do sanitário e pediu pra ela vigiar a entrada, perante tamanha inteligência, tudo que ele tinha foi roubado.

Como ainda faltava muito pra alcançar seu destino, ele começou a pregar a palavra, pra ver se ganhava alguns trocados, Quem diria, que tamanha seria a ironia do destino; Tinha passado tanto tempo pegando trocados emprestados da igreja que havia aprendido muito sobre a religião ali, e essa foi sua salvação. Muitos ficavam com dó do pobre garoto e pensando que era retardado lhe cediam dinheiro pra se manter

Logo que chegou encontrou-se com um velho companheiro: a fome.

Sim, a fome o havia perseguido até São Paulo e continuava a torturar o pequeno Joaquim. Mas mesmo perante a sua trágica chegada, ele continuou firme. Não tão firme afinal a fome o deixava cambaleante e as vezes tinha alguns desmaios.

Após chegar foi procurar algum Boiadeiro, afinal era o que a musica dizia, mas ai estava outro fracasso, foi então que Joaquim caiu na realidade e foi fazer sua plantação.

Logo o novo oficio começou a render-lhe altos lucros, e assim ficou famoso, mas como não podia deixar de ser, arrumou um parceiro pra gerenciar a boca.

Negro Lee era uma mistura de Japonês com Negão, tinha os olhos puxados, alguns diziam que foi efeito retardado de tantas drogas, era do tipo de homem que adorava conversa, e sabia muito bem sobre como funcionava aquele meio, resumindo; a pessoa ideal pra ajudar Joaquim a gerenciar seu império Farmacêutico do Mal.

Negro Lee ensinava para Joaquim todos os macetes do Ramo, e Joaquim falava pra Negro Lee sobre Jesus. Era uma troca de informações valiosas, Negro Lee que só tinha ouvido falar do céu quando disseram que ele nunca iria pra lá, ficou boquiaberto com tudo que ouvia.

-Então Joa, a parada e a seguinte- Negro Lee começava a dialogar com o patrão pra lhe apresentar uma nova idéia. – A gente podia disfarçar a nossa empresa de igreja, que tu sabe comé’q’é, os cara que num sabe apreciar nosso comercio, fala que num é legal, daí o termo ilegal.

- Ochente, i desdi quando que nosso mercadinho é ilegal?

-Desde quando foi formado oras!

-Então tudo bem, mas mi exprica como é esse lance de fazer igreja!

Então Negro Lee começou a dar argumentos suficientemente convincentes pra qualquer um, mas ele sabia que não precisava explicar, afinal Joaquim não era de entender coisas, a não ser na prática.

Continua...

.Luke.

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De Craça

Saichu, o Japonês satânico tinha me ligado sábado a noite umas 7 vezes, eu não atendi por que sabia que se ele viesse em casa só iria sair meia noite aos empurrões. Saichu é um cara legal, e até que tem um bom gosto em musica, apesar de só ouvir Gotich Metal e Heavy, mas o que chama a atenção dele, além dele ser bombado, é seu inovador sotaque britânico; deixa que eu explico. Saichu costuma trocar algumas letras e as mais notáveis são o ‘T’ pelo ‘B’ e vice-versa.
Exemplo:
“Oi Luke, Tuto Pom com Focê?”

Isso com certeza é motivo de muitas risadas entre a turma, mas ele já não liga.

Domingo de manha, mesmo eu tentando dar um sumido ele apareceu em casa eu desliguei o celular e em seguida escondi pra ter uma boa justificativa pra não ter atendido. Eu já estava acordado, mas fingi voltar a dormir pra ver se me safava da situação, mas ele insistiu e entrou me ‘acordando’.

- Porra Luke, pra que focê tem celular se não atende?

-Focê me ligou cara?- disse eu tirando já um barato com ele, pra ver se ele esquecia do celular, e talvez ficasse puto e fosse embora.

-Filho da Puta, pare de me soar!- dizia Saichu, sem conseguir evitar o próprio sotaque.

-Tuto Pem, eu paro de te zoar!- não podia deixar de provocar meu amigo.-Mas, afinal de contas, o que você queria?

-Cara, ‘fai” ter show do Cachorro Grande na virada cultural, lá na Republica! ‘Famos’??’- disse ele empolgado.

-E que horas começa?- perguntei meio desanimado.

-‘Meio-tia’.

-Pow, que horas são agora?- perguntei assustado, afinal pra chegar até lá é um bom caminho, e eu sequer estava arrumado.

-‘Once horas acora’.- uma hora faltava pra começar e ele foi me chamar, naquilo desanimei de vez.

-Sei não cara, eu nem curto muito cachorro grande e ta em cima da hor...- mal eu terminei a frase e Saichu já puxou seu Ás na manga, sua cartada final.

-O Show é de ‘Craça’...-e abriu um largo sorriso, o safado sabia que eu não sou de fugir de algo grátis, mas eu definitivamente não estava afim de ir.

-Mesmo assim, nem vamos chegar a tempo.

-‘De Craça!’- o maldito sabia meu ponto fraco, e continuava a mexer com ele, mas daquela vez eu não iria me render, mas eu definitivamente precisava de uma estratégia pra convencê-lo e ir sem mim, não demorou muito pras idéias fluírem, e eu logo usei minha estratégia básica.

-Faz assim, sobe pra sua casa e se arruma, ai eu te ligo e aviso se vou!

-‘Firmesa, mas é pra licar!!”

-Pode deixar que eu ligo.- assim Saichu se foi, não acredito que ele caiu nessa, eu sempre falo e sempre funciona, mas pra garantir, logo depois que ele cruzou a esquina eu fui pro bar, pra ter certeza que quando ele voltasse eu estaria longe e bêbado, e caso ele me encontrasse, eu não iria lembrar metade do que ele disse.

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Jennypher

Jennypher era uma garota incrível, todos os fãs de star wars provavelmente andam a procura de uma garota igual ela. Apesar de ser menina, sua maior paixão eram filmes e jogos, e o mais incrível, chegando a ser quase surreal: ela era uma apreciadora de cultura inútil. O dia de Jenny era ficar em frente ao computador, e era ai onde as maiores emoções da sua vida se deram: ver o final de super mario, assistir ao Episódio 3 de Star Wars e ver o ultimo episódio de Dragon ball, e mesmo um pouco decepcionada, chegou a chorar.

O grande atrativo de Jenny, é que além de viver num meio em que as garotas não freqüentam, e ela não só freqüentava, como também tornara isso sua vida, é que ela era linda: Ruiva, com longos cabelos lisos até a cintura, olhos verdes estonteantes, baixa com aproximadamente 1,65 de altura, e bem avantajada em todos os sentidos. Como eu volto a ressaltar, ela era uma jóia rara, acredito eu que Deus tenha feito uma exceção quando a criou.

Mesmo sendo muito assediada pela grande maioria dos caras, não topava ficar com nenhum, talvez por que a grande maioria desses caras eram gordinhos nerd’s. ela se sentia melhor sozinha, do que com algum tapado qualquer.

Durante mais um de seus dias solitários em frente ao computar, ela estava pra descobrir o que mais tarde se tornaria seu vicio e sua grande paixão: Tíbia.
Aqueles ultrapassados gráficos ruins, um monte de nerd perambulando e se matando por algum motivo desconhecido geraram a Jenny uma vontade imensa de entrar naquilo e começar a jogar. O fascínio tomou conta, e imediatamente ela decidiu que aquele seria seu novo Hobby.

Passou a tarde inteira jogando, matando monstrinhos, e sendo cantada por alguns jogadores que arriscavam a sorte. E Mais difícil do que subir de nível era dar um chega pra lá nos poderosos nerd’s, em seu próprio mundo. Mas apesar de todas as dificuldades ela amou.
Aquele jogo lhe concebeu uma experiência única na vida.

De um lado ela se isolou do mundo, mas por outro lado ela ganhou outro mundo: Por ser a única garota a jogar tíbia, acabou namorando o cara mais poderoso do Jogo.

Ela achava um bom negocio, fingia que gostava do cara e ele arrumava tudo que ela pedia, simplesmente se tornou uma rainha naquela vida.

Dark Lord, como era conhecido, ou Genoval, como era seu nome, passava 12 das suas horas jogando, pra poder manter seu titulo. As outras doze horas ele ficava assistindo a filmes pornôs e vendo sites do mesmo tema, pra manter seu outro titulo. Não era um cara inteligente, mas provava que era capaz de superar isso com seu esforço. Anos depois viria a se tornar campeão regional de braço de ferro.

Genoval e Jenny levavam uma vida de casal separado feliz. Mas o Destino sempre conspira com o casal nessas novelas e nos meus contos, e como era de se prever, uma catástrofe aconteceu; o Computador de Jenny não agüentou ao excesso de horas de jogo e pifou.
Depois de um mês sem ver a amada Genoval decidiu que iria mudar sua rotina; agora suas 24 horas seriam com seus filmes pornôs pra compensar a falta da amada. Gostou tanto da nova rotina que passou a dedicar-se somente a ela e aos campeonatos de braço de ferro. É óbvio que os competidores não sabiam como Genoval tinha ficado tão forte, e por isso aceitavam segurar na mão dele, Os poucos que descobriam a verdade sobre Genoval e sua descomunal força perdiam por W.O, afinal não eram loucos de segurar na mão do sujeito.

Jenny sem seu computador entrou em crise de abstinência, quase chegou a loucura, passava suas horas pensando naquilo, quando ela olhava pras coisas, não via mais nada normalmente, apenas alguns borrões como no jogo.


Quando Jenny descobriu o destino do amado, perdeu os motivos pra jogar Tíbia, afinal não tinha mais um tapado no pé dela pra dar o que ela queria, e com isso perdeu a motivação pra Jogar. Nunca mais viu Genoval, apenas ficou sabendo anos depois que ele iria para o exterior disputar um campeonato.

Estando a mercê do tédio, viu algo que lhe chamou a atenção: Um vídeo game; mas não era qualquer vídeo game, era um Playstation, mas em si não é era o videogame que chamava a atenção dela, mas o controle. O controle do Playstation vibrava durante o jogo, e pra um garoto isso pode não parecer nada, mas pra Linda Jenny, aquilo era uma ótima saída: mesmo sendo linda, os nerd’s eram os únicos que tentavam manter contato, e seu casamento virtual tinha acabado, então ali estava a solução. Um vibrador disfarçado de controle!!

Aquilo era genial, ela não sabia quem inventou, mas agradeceu a Deus por existir um sujeito inteligente e com as mesmas necessidades sexuais que ela. Ela achava aquilo muito melhor do qualquer homem, o controle podia ficar ligado durante horas, não fazia sujeira, não queria uma relação oficial e o melhor de tudo: não falava.

E assim Jenny Havia provado pra si mesma que não precisava de um nerd pra fazê-la feliz, e havia provador aos nerd’s que eles nunca seriam felizes.

.Luke.

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Apresentação

Quem diria que dois irmãos, em meio algumas doses de Jack Daniel's, ao som do mais Alto e puro bom som do Rock and Roll, iriam ter a não tão brilhante idéia de criar um blog pra narrar suas poucas aventuras e grandes desventuras pela cidade de São Paulo.

é Isso mesmo que você acaba de Ler. Boa Noite,Eu sou Luke e você está lendo ao RockHardBrothers. com, e esse texto não foi plagiado de algum jornal televisivo.


o Blog, é uma narrativa de diversas coisas que aconteceram e estão por vir, e que você irá tomar conhecimento ao longo do tempo.

Bom, aqui está uma Aprensetação apresentável.

Por hora é só.

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Apresentação

E quem diria que dois irmãos, em meio algumas doses de Jack Daniel's, e ao puro e alto bom som de Rock And Roll iriam ter a não tão brilhante ideia de criar um Blog.



É isso mesmo que você leu, a ideia do Blog surgiu em meio a um momento de embriagues, então não se espante se o teor alcoólico dos textos for um pouco alto.



Aqui quem vos fala é Luke, e eu sou também o mais bonito e modesto entre os dois irmãos.



Agora vem alguns esclarecimentos: sim a idéia do Blog é escrever, mas, escrever o que?



Que porra vamos escrever aqui vocês vão acompanhar mais a frente, afinal nem eu sei ao certo, mas aqui já temos a teoria do que você vai encontrar mais à frente: coisas idiotas



Por Hora é só.

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